Brincar é coisa séria

Brincar é coisa séria
Mais do que só brincar, a criança, seja moldando um castelo de areia, montando um quebra-cabeça, jogos de charadas ou apostando corrida com o colega, está muito mais do que apenas se divertindo: está aprendendo.

O brinquedo e o ato de brincar contemplam o mundo mágico infantil, sendo a principal forma de autodescoberta da criança. É brincando que ela irá perceber seus limites e suas possibilidades, pois, ao explorar o ambiente de maneira saudável e produtiva por meio de suas brincadeiras, acaba por adquirindo suas primeiras experiências culturais e sociais.

Segundo estudos levantados pela pedagoga Juliana Tavares Maurício, 96,1% dos professores afirmam ser possível reunir dentro da mesma situação o brincar e o educar. O estudo identifica que 76,92% dos professores possuem conhecimentos acerca do tema. A partir do exposto, a estudiosa concluiu que a maioria dos professores “obtém” certo conhecimento sobre o tema, porém observamos a necessidade tanto nas escolas públicas quanto privadas de uma maior conscientização no sentido de desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças.

“Na escola procuramos trabalhar as brincadeiras como uma forma de educar, de aprender. O lúdico, a prática de contato com a brincadeira, tudo isso é uma forma de socialização, de interação entre eles, de saber perder e ganhar. A ideia é entender o verdadeiro objetivo das brincadeiras”, complementa a também pedagoga Rochely Ferreira Bernardo Costa.

Para Rochely, a escola acaba fazendo o papel de resgatar essas brincadeiras e mostrar para a família sua importância durante a infância, já que, muitas vezes, elas não têm tempo para esses momentos com os pais em casa. “As tecnologias tiraram as brincadeiras mais antigas da rotina das crianças. Muitas vezes, o menino fica quieto na frente do videogame ou do computador e na escola ele pode desenvolver esse lado mais lúdico”, complementa a professora.

Ao jogar com um amigo, por exemplo, a criança precisa conversar, ouvir, esperar a sua vez, tolerar a frustração de perder, seguir regras e aprender a negociar. Isso constitui um universo amplo de ensinamento social, mostrando à criança a como ser flexível, trabalhar em equipe e a compartilhar. Além, é claro, de desenvolver habilidades motoras.

Líder no fornecimento e instalação de pisos de segurança e brinquedos de playground, a Instrutoy, atuante no mercado desde 1992, está sempre atenta a novos estudos pedagógicos e a tendências ao redor do mundo, visando sempre criar um ambiente agradável e, acima de tudo, seguro para as crianças.

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